sábado, 18 de novembro de 2017

Crianças com dificuldade de aprendizagem

A LDB tem por finalidade balizar a educação e os rumos que devem ser tomados para que tenhamos um ensino de qualidade; na Seção II, que trata da educação infantil, em seu artigo 29º diz o seguinte: A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.
Nesta mesma lei, em seu títuloVI, que trata dos Profissionais da Educação, fala no art. 61º: A formação de profissionais da educação, de modo a atender aos objetivos dos diferentes
níveis e modalidades de ensino e às características de cada fase do desenvolvimento do educando, terá como fundamentos:
I - a associação entre teorias e práticas, inclusive mediante a capacitação em serviço;
II - aproveitamento da formação e experiências anteriores em instituições de ensino e outras atividades.

Entendemos ao interpretar os trechos acima que cabe aos professores da educação infantil utilizar todo o seu conhecimento de vida para integrar a criança a realidade da nossa sociedade em conjunto com a família e todos os indíviduos ao nosso redor, para tal, buscando conhecimentos multidisciplinares para exercer tão nobre missão, dessa forma, ao presenciar as mais diversas características individuais de cada aluno, quando se deparar com dificuldades de aprendizagens apresentadas por algumas crianças, o professor perceberá, agirá e alterará positivamente o modo que o aluno reage ao aprendizado e como se portará no cotidiano.

Quando as dificuldades de aprendizagem são analizadas superficialmente, o julgo e a atitude do educador pode prejudicar ainda mais o processo de aprendizagem do indivíduo; a rebeldia, a inquietação, a desatenção ou qualquer outro sintoma que faça a criança destoar das demais deve ser investigado, tratado e aplicada a abordagem correta.
Quando surgir um aluno com dificuldade de aprendizagem e os castigos e premiações não fornecerem resultados satisfatórios, o professor além da primeira impressão de julgar que o aluno seja, preguiçoso, rebelde ou com intelecto limitado deve observar profundamente para trazer soluções reais, evitando futuros problemas emocionais, acadêmicos e
profissionais para o aluno com dificuldade de aprendizagem. As causas podem variar desde déficits no funcionamento cerebral à influencias do ambiente familiar, escolar e social, ainda que os problemas tenham causas genéticas, o ambiente determina a gravidade e sua repercussão.
Cabe ao professor instruir a família, os coleguinhas e ter ele mesmo atitudes positivas, carinhosas, o carinho e o incentivo favorecem o aprendizado enquanto a falta de estímulos
pode atrapalhar inclusive o aluno sem problemas de aprendizagem; a má alimentação e conflitos familiares potencializam a deterioração da qualidade da aprendizagem do aluno; professores despreparados e com sobrecarga de trabalho também impulsionam negativamente o processo ensino/aprendizagem. O professor deve conhecer diferentes práticas de ensino e favorecer diferentes padrões de aprendizagem encontrados nos variados perfis de alunos, atender tanto os alunos com apego ao visual exploratório como também aqueles que gostam de aulas expositivas.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Ctrl C => Ctrl V merecido!!! Dificuldade de aprendizagem

Leitura 1 Bilhete de para a mãe de Thomas Edison

“Certo dia, Thomas Edison chegou a casa com um bilhete para sua mãe. Ele disse, "meu professor me deu este papel para entregar apenas a você.”. Os olhos da mãe lacrimejavam ao ler a carta e resolveu ler em voz alta para seu filho: “Seu filho é um gênio. Esta escola é muito pequena para ele e não tem professores suficientes e ao seu nível para treiná-lo. Por favor, ensine-o você mesma!" Depois de muitos anos, Thomas Edison veio a se tornar um dos maiores inventores do século. Após o falecimento de sua mãe, resolveu arrumar a casa quando viu um papel dobrado no canto de uma gaveta. Ele pegou e abriu. Para sua surpresa era a antiga carta que seu professor havia mandado a sua mãe, porém o conteúdo era outro que sua mãe leu anos atrás: "Seu filho é confuso e tem problemas mentais. Não vamos deixá-lo vir mais à escola!" Edison chorou durante horas e então escreveu em seu diário: "Thomas Edison era uma criança confusa, mas graças a uma mãe heroína e dedicada, tornou-se o gênio do século." Existem certos momentos da vida onde é necessário mudar o "conteúdo da carta" para que o objetivo seja alcançado...”


Leitura 2 Teddy e a superação diante de uma perda, através da intervenção de sua Professora 

“Relata a Sra. Thompson que, no seu primeiro dia de aula, parou em frente aos seus alunos da quinta série e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um pequeno garoto chamado Teddy. A professora havia observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e, muitas vezes, suas roupas estavam sujas e cheiravam mal. Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos. Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações feitas em cada ano. A Sra. Thompson só fez isso alguns meses depois que as aulas tinham iniciado e deixou a ficha de Teddy por último. Mas, quando a leu foi grande a sua surpresa. A professora do primeiro ano escolar de Teddy havia anotado o seguinte: Teddy é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele. A professora do segundo ano escreveu: Teddy é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil. Da professora do terceiro ano constava a seguinte anotação: A morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Teddy. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo. A professora do quarto ano escreveu: Teddy anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula. A Sra. Thompson se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes de Natal que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos, exceto o de Teddy, que estava enrolado num papel marrom de supermercado. Lembra-se de que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade. Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião, Teddy ficou um pouco mais de tempo na escola do que o costume. Lembrou-se ainda, que Teddy lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe. Naquele dia, depois que todos se foram, a professora Thompson chorou por longo tempo... Em seguida, decidiu-se a mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Teddy.. Com o passar do tempo, ela notou que o garoto só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano letivo, Teddy saiu como o melhor da classe. Um ano mais tarde a Sra. Thompson recebeu uma notícia, em que Teddy lhe dizia que ela era a melhor professora que teve na vida. Seis anos depois, recebeu outra carta de Teddy contando que havia concluído o ensino médio e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera. As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Theodore Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Teddy. Mas a história não terminou aqui. A Sra. Thompson recebeu outra carta, em que Teddy a convidava para seu casamento e noticiava a morte de seu pai. Ela aceitou o convite e no dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Teddy anos antes, e também o perfume. Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Teddy lhe disse ao ouvido: Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença. Mas ela, com os olhos banhados em pranto, sussurrou baixinho: Você está enganado! Foi você que me ensinou que eu podia fazer a diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci...” 


II - Professores são a base do aprendizado dos alunos e devem estar alertas a todos os sinais que apresentam quando estão com dificuldades de aprendizagens. Inspirado nos textos apresentados acima, elabore um texto dissertativoargumentativo que discuta as seguintes questões: Como um professor pode fazer a diferença diante de uma dificuldade de aprendizagem? Qual a importância das reflexões do professor, a partir da sua percepção dos aspectos do desenvolvimento e do percurso de vida escolar dos alunos?

 *Textos extraídos de: 

https://ava.ead.unip.br/bbcswebdav/pid-1804109-dt-content-rid-26009831_1/courses/6700-15_PD_2016_M01/TGSemResposta_TGD_SilmaraMachado_31102017%20%28Ca%29%20%28R%29.pdf

Acesso em: 16 nov. 2017

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Eu digo NÃO à intolerância religiosa

Estudo bíblico que baliza a minha forma de pensar.

Eu sou CONTRA a intolerância religiosa e contra TODA e qualquer  INTOLERÂNCIA!

Eu, enveredando pela vida de cristão, petencostal, fervoroso, não posso fechar meus olhos e calar diante do que está acontecendo:

Quem pode julgar é Deus, pois ele é onisciente, onipotente e onipresente; escrevi este texto em homenagem a minha amada prima, a Sacerdotisa  Regina Cancio, dedicada a sua religião, a Umbanda Sagrada, muito amor e tempo, pregando a paz, o amor e a caridade!

É dito em:
Salmos 139: 2. Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento.
4. Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces.
22. Odeio-os com ódio completo; tenho-os por inimigos.

Esses textos supra citados foram escritos provavelmente entre 1440 a.C. a 1000 a.C

Isso está no velho testamento, em estudos bíblicos vemos que João, no início de seu evangelho, diz: “A lei foi dada por meio de Moisés, mas a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (1.17), ele quis deixar bem clara a diferença entre os dois modos de se relacionar com Deus: antes de Cristo (a Velha Aliança) e depois da morte e ressurreição de Cristo (a Nova Aliança).

Cristo nos ensina:

Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros (Jo 13,34).

E como bons cristãos devemos obedecer a lei de Deus e a lei do homem conforme consta em:

Romanos 13: 1. Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus. 2. Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.

Então quem gosta de pregar contra a religião do próximo deve estar atento

CONSTITUIÇÃO FEDERAL
Art. 5, VI – é inviolável a liberdade de consciência religiosa e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias.

CÓDIGO PENAL
Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou pratica de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso.

Pena – detenção, de 1 (um) mês a 1 (um) ano, ou multa.

Parágrafo único. Se há emprego de violência, a pena é aumentada de 1/3 (um terço), sem prejuízo da correspondente à violência.

Eu amo à todos como Jesus nos amou,  amo o conhecimento e respeito para ser respeitado.

Eu sou Gilbson Zarezocoiê Arury

sábado, 8 de julho de 2017

Saudade do meu quintal

Eu fui convidado  no ano passado para uma entrevista de emprego e deveria escrever sobre quem eu sou, encontrei hoje esse texto perdido o computador e pensei, porque ainda não havia compartilhado este texto, espero que gostem!!!




Saudade do meu quintal


Nasci em Cuiabá, um final de tarde de domingo às 18:50, quando criança dizia aos meus coleguinhas: Gosto tanto dos trapalhões que nasci quase na hora que estava começando o programa! Garoto mimado, com pouca ou quase nada de convivência com o universo masculino, pois meus primeiros 07 anos de vida se passaram em uma casa morando com a minha mãe, minha vó materna Maria e tendo como vizinha a irmã da minha mãe e duas primas com poucos anos a mais que os meus, minhas primeiras parceiras de brincar, já dá pra imaginar as brincadeiras que elas me colocavam, chazinho, comidinha, boneca, não era muito de meu agrado mas era o que eu tinha pra brincar e por mais chato que eram as brincadeiras, serviram para fortalecer o nosso laço familiar, as quais amo e convivo até hoje com muito carinho.
Chegou o momento das minhas primas parceiras de brincadeira mudarem para um bairro novo, distante, fiquei sozinho sem amigos, apenas com uns gatos que minha vó sempre gostou, eu já tinha uns 05 anos e inventava aventuras em casa, meu universo infantil se limitava ao quintal, muito extenso, estilo cuiabano daqueles tempos, cheio de árvores, diversas mangueiras, cajá-manga, bananeira, laranjeira, mixiriqueira, abacateiro, limoeiro, mamoeiro, canavial (de 05 a 10 pés no máximo), jabuticabeira, mandiocal, até algodão se encontrava por lá, já estava quase me esquecendo de falar o poço, antigo, muito antigo, rodeado de histórias e estórias, diziam que o bairro era cheio de assombrações e o quintal da minha casa era alvo de conversas que um lobisomem ficava a noite por ali, pensei, preciso comprovar isso, e rumei com ferramentas para o quintal determinado a verificar a existência do tal lobisomem, a armadilha que eu tinha em mente não era pra machucar ou aprisionar, seria apenas um meio para eu observar e comprovar a existência da besta, cavei um buraco raso, depois a terra que tirei do buraco misturei com água e retornei o material para dento do buraco, ficando uma massa de lama que no decorrer da noite o lobisomem pisaria e deixaria a marca das suas patas no meu “capturador de pegada de lobisomem”, não preciso dizer que não deu certo, pois se tivesse dado, hoje eu seria famoso e o lobisomem catalogado talvez com o nome “lupus hominus gilbson” uma homenagem ao pequeno descobridor de admirável criatura.
Enfim a escola, nossa, como tudo era grande, o pátio enorme, as salas enormes, com escadarias enormes, quadros enormes, fiquei maravilhado, esqueci-me de comentar que antes da primeira série fui alfabetizado em casa, aprendi matemática e um pouco de inglês, minha mãe, uma mulher viajada e cheia de conhecimento, uma Barsa ambulante, fez questão de me ensinar o suficiente para me sentir confortável diante de questionamentos primários, minha mãe optou por uma produção independente, fui criado sem pai, mas nem por isso fui apenas mimado, havia momentos de rigorosidade extrema na minha educação e nos ensinamentos que fizeram parte da minha formação pessoal; já a minha vó, muito católica sempre fez questão que eu a acompanhasse nas rezas que rotineiramente ocorriam a noite nas casas das colegas dela de igreja, muito bolo gostoso, suco e doces variados, eu era magro mas observo que sempre gostei de comer essas guloseimas, eu era um gordo no corpo de uma magro (o desafio agora é me tornar um magro em um corpo de gordo, para depois viver magro e com saúde).
Perdi minha querida avó quando tinha dez anos de idade, o trio formado por eu, minha mãe e minha vó agora era uma dupla; eu minha mãe fomos parceiros fortes, grandes amigos, minha mãe respondia e explicava o mundo para mim, estava sempre junta nas minha vitórias e me consolava nas minhas derrotas, ao 16 anos me tornei aventureiro, esportista radical, subir morros, descer rios, não havia distância para eu e meu desejo de liberdade e aventura, correndo, pedalando, caminhando, nadando, sem limites, eu e a natureza, o cerrado era agora o meu quintal. Eu sempre afirmava, não existe sensação melhor que sentir a chuva no rosto.
Com 17 anos vem a época do serviço militar, eu acreditava que iria ser chamado, eu queria ser chamado, eu sabia que ali era meu lugar, infelizmente me dispensaram, que chato, o jeito agora é começar a trabalhar sem aventura, eu já havia trabalhado antes mas não tinha “cara” de trabalho, parecia uma festa, eu e um vizinho montamos um negocio de vídeo game, a gurizada pagava para jogar e nós ganhávamos dinheiro e nos divertíamos. Trabalhei em conveniência de posto de gasolina, auxiliar jurídico, banco, auxiliar de escritório, banca revista, correios, como dizia um grande amigo meu: “sei de tudo um pouco, falta me especializar em algo para ganhar dinheiro”. Fui pra faculdade, Filosofia, cursei 1 ano, desisti, não é fácil para quem tem poucos recursos financeiros se manter trabalhando e estudando, na verdade me faltou mais responsabilidade e visão de futuro.

Aos 27 anos me tornei pai, pronto, a dupla voltou a ser trio, agora somos eu, minha mãe e meu filho, por mais que não morássemos uns próximos dos outros, quando estávamos os três juntos existia um brilho no ar, mágico. Agora chega de brincar, vamos trabalhar de verdade pensei eu, buscar algo aqui, busca algo ali, quando eu tinha meu negócio de vídeo game eu também dava aulas de informática, optei pela filosofia porque eu já havia notado que gostava da sala de aula, gostava de lecionar, fiz um curso de instrutor de trânsito e por muito tempo trabalhei como instrutor de trânsito (14 anos), por força do capitalismo, os meus rendimentos caíam ano após ano e resolvi montar meu próprio negócio de trânsito, sobrevivi muito bem por 02 anos, mas não suportei um longo período de inadimplência, parti em busca de outro meio de sobrevivência, vocês acreditam que enfim arrumei um lugar para trabalhar fantástico, clima organizacional legal, a minha função muito agradável, trabalhar para ajudar pessoas, que coisa boa e ainda recebendo satisfatoriamente bem por isso! Parece que agora tudo se encaixará, voltei até pra faculdade; mas o final feliz não é agora ainda, a empresa faliu, pasmem, o próprio dono roubou a empresa, retirou todo o dinheiro e abandonou seu próprio negócio.

Essa é minha vida atual, meu filho agora é um adolescente com quase 13 anos, bonito, inteligente e seguro no seu mundo de aprendizado e amadurecimento e eu me recolocando no mercado de trabalho novamente, buscando uma oportunidade, para trazer conforto e segurança para aqueles que amo, algo que deveria ser fácil pois tenho conhecimento em manutenção de computadores, tenho curso de oratória, liderança de equipes, multiplicador de educação ambiental, fui voluntário na Copa o mundo 2014 com participação em 180 horas de cursos (História do Futebol e Megaeventos, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Hospitalidade e Turismo, Segurança e Primeiros Socorros, Atividade Integradora e Idioma Espanhol) sem contar o mais importante e que resolve os mais variados problemas cotidianos, domino o pacote Office da Microsoft e muita habilidade no relacionamento interpessoal e facilidade para escrever.

Agora que estamos quase no fim do passeio superficial pelas minhas vivências, encerrarei falando do meu casamento, falo da minha cara metade. Minha mãe sempre dizia: “Vocês dois são iguaizinhos”, lembrem-se de quando falei do meu nascimento, pois é, a minha amada nasceu 02 dias antes, no mesmo hospital, na mesma cidade, quase que nos encontramos lá na maternidade! Encontrei meu amor, minha amiga, minha amante, já se passaram mais de 03 anos que vivo meu amor, Agora somos 04, ops... a minha mãe resolveu deixar o grupo, foi para outro lugar, cumpriu sua missão, somos três novamente, agora eu, minha esposa e meu filho, tenho planos de me estabilizar ainda mais financeiramente, terminar meu curso superior, ter minha casa própria ainda este ano e transformar esse numero 03 em número 04, pois o nosso sonho é termos uma filhinha. Que minha mãe nos olhe e nos cuide lá de seu paraíso pois estamos daqui sempre mandando boas energias para ela, relembrando com carinho o quanto de alegria e conhecimento nos proporcionou enquanto viveu ao nosso lado!

Gilbson Zarezocoiê Arury

Cuiabá, 25 de março de 2016